Como escolher uma empresa de TI em Divinópolis: 7 perguntas antes de assinar
Contratar TI é uma das decisões mais difíceis para quem não é da área: todos os fornecedores dizem a mesma coisa e você não tem como avaliar tecnicamente a resposta. A saída não é aprender tecnologia — é fazer perguntas cuja resposta revela processo. Estas sete funcionam com qualquer fornecedor, inclusive conosco.
1. Qual o prazo de resposta, por escrito?
"Atendimento rápido" não é prazo, é propaganda. Prazo é "primeiro retorno em 30 minutos para o que parou a operação, quatro horas para a solução". Se a resposta não vier em número, é porque não existe acordo de nível de serviço — existe boa vontade, que é outra coisa e some justamente quando o fornecedor fica ocupado.
2. Onde fica registrado o que vocês fazem?
Chamado que vive em conversa de WhatsApp não tem histórico, não tem prazo e não tem como cobrar. Pergunte se existe sistema de chamados, se você tem acesso a ele e se consegue ver o que foi feito nos últimos seis meses. Sem histórico, ninguém descobre que o mesmo defeito já apareceu quatro vezes — e o problema nunca é atacado na causa.
3. Vocês monitoram ou esperam eu ligar?
É a pergunta que separa dois modelos de negócio. Quem só atende chamado ganha quando algo quebra. Quem monitora sabe do disco cheio, do backup que falhou e da máquina fora do ar antes de você perceber. Pergunte o que exatamente é monitorado e o que acontece às duas da manhã quando o alerta dispara.
4. Meu backup já foi restaurado alguma vez?
Não pergunte se existe backup — todo mundo diz que sim. Pergunte qual foi a última vez que alguém restaurou um arquivo de verdade e conferiu que ele abria. Backup que nunca foi testado é uma suposição, e a hora de descobrir que a suposição estava errada é sempre a pior hora possível.
5. Se eu sair, o que eu levo comigo?
Senha de servidor, acesso ao firewall, registro do domínio, licenças de software: tudo isso deve estar em nome da sua empresa, não do fornecedor. Peça a documentação da rede — diagrama, faixas de endereço, regras. Fornecedor que trata isso como segredo está construindo dependência, e o preço dela aparece no dia em que você quiser trocar.
6. Quem atende quando o primeiro nível não resolve?
Toda empresa tem chamado difícil. O que importa é existir um caminho definido para ele subir — e você não precisar cobrar três vezes para falar com alguém mais experiente. Pergunte quem é a retaguarda técnica e em quanto tempo ela entra no problema.
7. Vocês vêm até aqui quando precisa?
A maioria dos problemas resolve remotamente, e isso é bom — resolve em minutos. Mas servidor que não liga, cabo rompido e equipamento queimado exigem presença física. Fornecedor de outra cidade, ou totalmente remoto, transforma um problema de duas horas em um problema de dois dias. Em Divinópolis e região, essa diferença é concreta.
Nenhuma dessas perguntas exige que você entenda de tecnologia. Todas exigem que o fornecedor tenha processo — e é exatamente isso que você está contratando.
Uma observação sobre preço
Comparar propostas de TI só pelo valor mensal quase sempre leva à decisão errada, porque os escopos raramente são iguais. Uma proposta pode incluir backup, monitoramento e licença de segurança; outra cobra tudo isso à parte quando acontece. Peça o escopo item a item e compare o que está dentro, não o total.
A TI Verde atende empresas em Divinópolis e região com contrato mensal, prazo definido por prioridade e equipe própria na cidade. Se você quiser aplicar essas sete perguntas na sua estrutura atual, fazemos o diagnóstico sem custo — inclusive se a conclusão for que o seu fornecedor de hoje está indo bem.
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